quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Bolas

Aborrece-me aquelas semanas em que tudo corre mesmo mal...

sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Nivel, estas emoções em metáforas sem comparações, Alguém ouve as riddles of my mind. Durmo acordado, fecho os olhos porquê as luz continuam: Rio, rock copo no chão. Podes ver o que sinto. Defende me. Acho que também não dormes. Podes me ver. O chão en-noja-se entre flores amarelas, apenas vejo de um olho, com dois lados meus teus. Nós (daniela, claúdia e joel) só nos lembramos de ti (? porquê falei que já estava à espera). Mas eu não disse nada [dissevos agora calminha]. Há coisas estranhas que acontecem perto de mim. Podes traduzir os símbolos e os enigmas. Alguém quer entender. Onde vais? Agora dorme. Old vic. It's unsinkable, copo no chão. É uma ponte entre os padrões... Hoje não vamos jogar euromilhões! Lamento, hoje não. A velha guarda!!!

segunda-feira, 18 de Maio de 2009

A jangada de um copo partido no meio da cozinha e um aviso que vou discutir contigo. Estacionário? Na curva de uma feição e na feição de uma linha recta, bora antes de me arrepender: O facto fica partido, as conversas entre o chão de uma cozinha traduzem um azul quase magenta como as fotografias aguadas que derretem ao saber de um lápis de bico partido sobre a folha de teclados. Dois passos entre mim e um copo magenta cor partida entre a noite de uma cozinha. Dois copos Magenta. O medo de luz acesa é um amarelo à noite, um meio nada e um meio copo magenta que se derrete no sabor de uma palavra com sentido no meio de tudo isto. Copos magenta, copos amarelos, e um aviso que quero discutir, só mesmo pelo prazer de pelo-o. Dois copos cor magenta, uma meia discussão mas uma troca de opinião. No me oBilives entre os vocais. À volta, quem sabe são três toques e uma marca. Três quarto copos de magenta, entre um dígito.  Os ataques dos meios copos magenta entre os quadros de contornos de curSa semi rectas. Semi rectas de copos meios magentas. Nada. Fell it arround the world tonight. Vamos falar do tempo por um meio looking glass that looks you it back. Let’s be curt – curt cobain with no paid snowly. Vamos jogar pela verdade. Eu be with not knowing my name. Os meios copos magente entre as cozinhas, estou obcecado demais sedado, a vista é maravilhosa. Dois copos meio magenta. O voto de qualidade.

sábado, 18 de Abril de 2009

A private dinner

Não há menos de 10 anos, estupidamente, o rapaz que recebe a rapariga colocava a música através de um cd que compraria numa discoteca mais próxima da sua casa. 10 anos passados, o rapaz recebe a rapariga em casa e liga a sua colunas e faz um goolge search por myspace + diana krall. Chove como o vinho que correu para comprar. O amor é como o sabor do manjericão que se dissolve com um beijo. Diana Krall percorre por toda a casa, na melhor china sem ficar em Ipanema. Sabe bem namorar à maneira antiga. O rapaz alto devora a rúcula à maneira como se apaixona, seduzido pelos olhos de uma beleza que o encanta. Sorri pelas uvas cujo sabor cobra enquanto o camarão derretido em óleo e queijo feta aplaudem o sentido gosto pela cozinha. Meia luz, três velas... vino veritas. O cheiro contorna os pratos e embalaçam os talheres enquanto acontece, amor.

domingo, 12 de Abril de 2009

Ting Ting after Lost Marathon

This won't spark the Queen but it will have a spark for a Lifetime. Achei que era uma opção de moda que devesse ser notada. Would NOT matter. O universo, infelizmente, tem uma forma de post-correcting. Cada um come o seu caminho, fazemos por temos de e não porque escolhemos. Podemos não gostar mas é o nosso caminho. 


So become the man that you may be proud of.

A ver... Série 3 de Perdidos  e ler (ao mesmo tempo) "The Foreign Corrupt Practices Act and the International Norms" de Stuart H. Deming.

segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Daqueles fins de semana que se assemelham a um Carro Vermelho... Lindo

A deixar de fumar, passo a vida a beber água e nas idas às casa de banho
(qualquer dia morro afogado). Enquanto liguei o blogger já bebi três copos de
água. Como que a estar cansado de escrever, volto a escrever e ver o que
se publicou durante o fim de semana. Esperem aí... vou buscar mais um
copo.


Há semanas que parecem elas mesmas os fins de semana, gigantes. Os fins de semanas que por parecem gigantes. Incomoda-me um pouco ter perdido a noção do tempo este fim de semana, mas convenhamos que acabei por fazer tudo aquilo que queria.

Sexta... Faz uma noite como a Siberia, evitando documentários e acabamos a ver um filme sobre as relações humanas ("Ele não está assim tão interessado", de Drew Barimore). A suposta comédia romântica levou com que uma senhora acabasse por sair da sala a chorar e ao que não coibiu de mandar umas quantas gargalhadas e uma text. Cuidado, Senhores! Não se sintam inimigos quando escolhem a personagem. 70% off e parece algo muito para esta "on". A ser material de escritório, só se trabalhares na cama.

Sábado... Estamos num lado, mas eu conheço uma vinharia:P que fica noutro lado. 'Bora! Alcoólico, sem problema, o vinho. Sábias as palavras de sabedoria, caímos 5 e, talvez, seis no Havai, a beber canecas de "ti mor". Convenhamos a conversa foi uma merda, mas a bebida estava boa para a boate que era. No outro lado da corda, o alentejano deu boleia a mais uns quantos. "Escutem lá, vocês têêêêm moêda?"

Domingo (05/04)... A mãe operada com deslocação obrigatória a casa. Tocaaaa a levantar, temos de estaar lá em casa à 1. Impossível, eu não saio de casa com loiça desta dimensão. Caímos no carro e esqueço que tive sem carta, e 160... os minutos. Joel, a tua prenda e parabéns anormal (ponto final - amo-te miúdo)!!!! Tu não me voltas an responder a siimm--- sim ou não (parece me bem). Então, já te esqueceste do histórico. São domigo e são horas de acordar. Metade da família em casa e realizo que a mãe está como ela quer - o centro da atenção...

Ele até pode ser frio mas no fundo tem um coração!! Mãe e Nô não estejam caladas.. São 150 minutos e tenho que chegar a tempo senão não tenho roupa para vestir (5àsec de Avalade eu amo-vos!!)

Mais um copo de àgua...

quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Homem que vivia entre os caules...

Mudava a estação neste hemisfério e entre as sombras de uma noite que se recusada a compor, num trocar luzes entre os carros, lá vivia ele - o homem que vivia entre os caules das árvores. Na existência de uma sobrevivência, transitava entre sombras reflectidas pelas luzes dos carros. De repente apareceu sem nada devesse a ninguém.
O nada, no segundo post consecutivo, volta a aparecer. Não é que a palavra seja nada, mas o sentimento de vazio que astrunda na palavra é perturbante ao ponto de crer deixar de escrever sobre os homens dos caules. Would i mask myself to the point that no one could see that the mask was suposed to be my real face.
A escrita EVIDENTEMENTE BIPOLAR ou novelo creativo? Mesmo quando quero não quero. Vens nao vens? Dás comigo em louco(a). Likewise, diria eu? Não me compreendo certa e não poucas vezes. O que farias tua? Os Amigos complementam a NOSSA NOITE, os nossos AMIGOS que não nos servem mal. De mãos... assim dizer... que atadas, fica-se a palavras que me mordem.
Se as minhas tuas palavras fosse como os RENDIMENTOS ILÍQUIDOS DE ALGUNS, não havia segurança social que se pagassem. Lá estava o homem sem caule que vive entre aquele-raio-das-sombras-reflectidas das árvores, num frio marcial que assombra uma noite de algumas senão bastante saudade de ti. No fundo, descobrimos que todos nós temos uma
Sabes ainda continuo a ver aquela camisa amarela que um dia vesti só para ti e aí vestiram e cairam três velhos ao chão. Velhos trapos diria eu...

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